Atribuição do Prémio Rafael Manzano - Nova Arquitetura Tradicional

O Prémio Ibérico Rafael Manzano de Nova Arquitetura Tradicional, na sua edição de 2021, foi atribuído ao arquiteto espanhol Sergi Bastidas, pelo seu forte compromisso em preservar as tradições arquitetónicas e o uso de materiais naturais com técnicas de construção que moldam a identidade de cada lugar. Sergi Bastidas tem trabalhado principalmente em Maiorca, tanto em novas construções como em restauros, tentando sempre utilizar materiais e técnicas tradicionais. A cerimónia de entrega teve lugar a 17 de novembro de 2021

O Prémio Rafael Manzano tem como finalidade difundir o valor da arquitetura tradicional em Portugal e Espanha, quer no restauro de monumentos e conjuntos urbanos de valor histórico e artístico como na construção nova, através de intervenções capazes de se integrar de forma harmoniosa nos referidos conjuntos.  Os premiados recebem uma recompensa monetária de 50.000 Euros.

Esta foi décima edição do que constitui o maior prémio de arquitetura da Península Ibérica, implementado em Portugal pela Fundação Serra Henriques, com o Alto Patrocínio do Presidente da República.

Aceda a todas as informações na página desta iniciativa.

Revista Finisterra - Paisagens Transgénicas

O novo número (n.º 118) da Finisterra - Revista Portuguesa de Geografia, já se encontra disponível, destacando-se o artigo da autoria do Professor Álvaro Domingues intitulado "Paisagens Transgénicas".

Neste artigo, Álvaro Domingues explora o conceito de paisagem enquanto objecto de estudo da Geografia e repositório de «registos fundamentais para se perceber a relação entre o “homem” e o “meio”, permitindo leituras rigorosas sobre a influência mútua entre os sistemas biofísicos e as transformações derivadas da ocupação humana e da sua evolução». Segundo o autor, mercê da urbanização e do desaparecimento da agricultura pré-moderna, a paisagem perdeu as «linhagens/tipologias puras», enfrentando agora novos desafios.

Aceda gratuitamente ao n.º 118 da Revista Finisterra.

Prémio Gulbenkian Património - Concurso aberto até 31/01/2022

Está aberto o concurso, até ao próximo dia 31 de janeiro de 2022, ao Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva.

Este concurso distingue projetos de excelência na área da conservação, recuperação, valorização ou divulgação do património português, imóvel ou móvel, tendo o prémio o valor de 50 mil euros.

O prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva foi criado em 2007 e tem por objetivo reconhecer intervenções exemplares em bens móveis ou imóveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do património, nas seguintes condições de elegibilidade:

  • que se reportem a bens imóveis ou móveis de inquestionável valor cultural;
  • que apresentem um projeto de inserção e reutilização (paisagístico, museológico ou outro) sempre que se verificar a alteração da função do bem em causa;
  • levadas a cabo por equipas lideradas por técnicos de qualificação legalmente reconhecida;
  • que não sejam propriedade ou tutela do Estado.

A decisão de atribuição deste prémio é da responsabilidade do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, com base numa proposta elaborada pelo Júri do prémio.

A entrega do prémio será feita numa cerimónia pública, em data e local a anunciar.

As candidaturas devem ser apresentadas em formato digital (ficheiros PDF) e enviadas por correio eletrónico para: premio.gulbenkian-vilalva@gulbenkian.pt.

Conheça o regulamento e consulte todos os anteriores premiados.

Consulte mais informações na página da iniciativa Fundação Calouste Gulbenkian tem aberto, até ao dia 31 de janeiro de 2022, o período de candidaturas ao Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, que distingue projetos de excelência na área da conservação, recuperação, valorização ou divulgação do património português, imóvel ou móvel.

Este prémio, atribuído pela primeira vez em 2007, destina-se a assinalar intervenções exemplares em bens móveis ou imóveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do património, nas seguintes condições de elegibilidade:

  • que se reportem a bens imóveis ou móveis de inquestionável valor cultural;
  • que apresentem um projeto de inserção e reutilização (paisagístico, museológico ou outro) sempre que se verificar a alteração da função do bem em causa;
  • levadas a cabo por equipas lideradas por técnicos de qualificação legalmente reconhecida;
  • que não sejam propriedade ou tutela do Estado.

A decisão de atribuição deste prémio é da responsabilidade do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, com base numa proposta elaborada pelo Júri do prémio. A entrega do prémio será feita numa cerimónia pública, em data e local a anunciar.

As candidaturas devem ser apresentadas em formato digital (ficheiros PDF) e enviadas por correio eletrónico para: premio.gulbenkian-vilalva@gulbenkian.pt.

Conheça o regulamento, consulte todos os anteriores premiados e aceda a demais informações na página da iniciativa.

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