Prémio

Prémio Gonçalo Ribeiro Telles

No passado dia 25 de maio, dada em que se celebrou o centésimo aniversário do nascimento do Arquiteto Paisagista Ribeiro Telles, foi atribuído o Prémio Gonçalo Ribeiro Telles para o Ambiente e Paisagem. 

Este prémio, criado em 2019, é uma iniciativa conjunta do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, da Ordem dos Engenheiros, da Causa Real e da Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas e visa distinguir anualmente personalidades que se tenham destacado nas áreas do ambiente e da paisagem, e com percursos de vida ligados ao serviço cívico.

Os vencedores do prémio foram os arquitetos paisagistas Alexandre Cancela de Abreu e Fernando Santos Pessoa, discípulos e seguidores do mestre.

Fernando Santos Pessoa foi colega, discípulo e biógrafo de Gonçalo Ribeiro Telles e Alexandre Cancela D’Abreu é professor aposentado da Universidade de Évora, instituição onde Ribeiro Telles contribuiu para a criação de uma licenciatura em Arquitetura Paisagística.
 

Atribuição do Prémio Rafael Manzano - Nova Arquitetura Tradicional

Prémio Rafael Manzano de Nova Arquitectura Tradicional

O Prémio Ibérico Rafael Manzano de Nova Arquitetura Tradicional, na sua edição de 2021, foi atribuído ao arquiteto espanhol Sergi Bastidas, pelo seu forte compromisso em preservar as tradições arquitetónicas e o uso de materiais naturais com técnicas de construção que moldam a identidade de cada lugar. Sergi Bastidas tem trabalhado principalmente em Maiorca, tanto em novas construções como em restauros, tentando sempre utilizar materiais e técnicas tradicionais. A cerimónia de entrega teve lugar a 17 de novembro de 2021

O Prémio Rafael Manzano tem como finalidade difundir o valor da arquitetura tradicional em Portugal e Espanha, quer no restauro de monumentos e conjuntos urbanos de valor histórico e artístico como na construção nova, através de intervenções capazes de se integrar de forma harmoniosa nos referidos conjuntos.  Os premiados recebem uma recompensa monetária de 50.000 Euros.

Esta foi décima edição do que constitui o maior prémio de arquitetura da Península Ibérica, implementado em Portugal pela Fundação Serra Henriques, com o Alto Patrocínio do Presidente da República.

Aceda a todas as informações na página desta iniciativa.

Prémio Gulbenkian Património - Concurso aberto até 31/01/2022

Prémio Gulbenkian Património - Maria Tereza e Vasco Vilalva

Está aberto o concurso, até ao próximo dia 31 de janeiro de 2022, ao Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva.

Este concurso distingue projetos de excelência na área da conservação, recuperação, valorização ou divulgação do património português, imóvel ou móvel, tendo o prémio o valor de 50 mil euros.

O prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva foi criado em 2007 e tem por objetivo reconhecer intervenções exemplares em bens móveis ou imóveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do património, nas seguintes condições de elegibilidade:

  • que se reportem a bens imóveis ou móveis de inquestionável valor cultural;
  • que apresentem um projeto de inserção e reutilização (paisagístico, museológico ou outro) sempre que se verificar a alteração da função do bem em causa;
  • levadas a cabo por equipas lideradas por técnicos de qualificação legalmente reconhecida;
  • que não sejam propriedade ou tutela do Estado.

A decisão de atribuição deste prémio é da responsabilidade do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, com base numa proposta elaborada pelo Júri do prémio.

A entrega do prémio será feita numa cerimónia pública, em data e local a anunciar.

As candidaturas devem ser apresentadas em formato digital (ficheiros PDF) e enviadas por correio eletrónico para: premio.gulbenkian-vilalva@gulbenkian.pt.

Conheça o regulamento e consulte todos os anteriores premiados.

Consulte mais informações na página da iniciativa Fundação Calouste Gulbenkian tem aberto, até ao dia 31 de janeiro de 2022, o período de candidaturas ao Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva, no valor de 50 mil euros, que distingue projetos de excelência na área da conservação, recuperação, valorização ou divulgação do património português, imóvel ou móvel.

Este prémio, atribuído pela primeira vez em 2007, destina-se a assinalar intervenções exemplares em bens móveis ou imóveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do património, nas seguintes condições de elegibilidade:

  • que se reportem a bens imóveis ou móveis de inquestionável valor cultural;
  • que apresentem um projeto de inserção e reutilização (paisagístico, museológico ou outro) sempre que se verificar a alteração da função do bem em causa;
  • levadas a cabo por equipas lideradas por técnicos de qualificação legalmente reconhecida;
  • que não sejam propriedade ou tutela do Estado.

A decisão de atribuição deste prémio é da responsabilidade do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, com base numa proposta elaborada pelo Júri do prémio. A entrega do prémio será feita numa cerimónia pública, em data e local a anunciar.

As candidaturas devem ser apresentadas em formato digital (ficheiros PDF) e enviadas por correio eletrónico para: premio.gulbenkian-vilalva@gulbenkian.pt.

Conheça o regulamento, consulte todos os anteriores premiados e aceda a demais informações na página da iniciativa.

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