5.ª Edição do PRÉMIO DE ARQUITETURA DO ALGARVE

Está aberto, até 31 de janeiro, o período para receção de candidaturas à 5.ª Edição do PRÉMIO DE ARQUITETURA DO ALGARVE.

A iniciativa pretende divulgar a importância da arquitetura da região e, consequentemente, reconhecer o mérito dos membros da Ordem dos Arquitectos.

As obras devem enquadrar-se dentro de uma das categorias que constituem o prémio, podendo possuir carácter privado ou público, designadamente:

  • Habitação Unifamiliar ou Bifamiliar;
  • Habitação Coletiva;
  • Equipamento, Serviços e Indústria;
  • Arquitetura e Paisagem

Para esta 5.ª edição,  são elegíveis todas as obras localizadas no âmbito territorial da região do Algarve, que possuam autoria de membros da Ordem dos Arquitectos e/ou Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas, concluídas entre o dia 1 de janeiro de 2021 e 31 de dezembro de 2025 (5 anos), com licença de utilização ou documento equivalente emitido, ou, no caso de obras públicas, com documento comprovativo da respetiva receção provisória, a anexar ao processo de candidatura.

Consulte o regulamento e participe no concurso.

Email para esclarecimentos: algarve.concursos@ordemdosarquitectos.org

Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva 2026 - Concurso Aberto

Está aberto, até 31 de março de 2026, um novo concurso para atribuição do Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva.

O prestigiado prémio tem um valor monetário de 50 mil euros e visa distinguir projetos de excelência na área da conservação, recuperação, valorização ou divulgação do património português, imóvel ou móvel.

Correspondendo à vontade manifestada por Maria Tereza Burnay de Almeida Belo Eugénio de Almeida de homenagear a memória do seu marido Vasco Vilalva, mecenas na área da recuperação e da valorização do património, a Fundação Calouste Gulbenkian criou um prémio anual com o seu nome, destinado a assinalar intervenções de elevada qualidade, exemplares em bens imóveis ou móveis de valor cultural que estimulem a preservação e a recuperação do património. Atribuído pela primeira vez em 2007, após a morte da Condessa de Vilalva, em 2017, o Prémio recebeu o nome de Maria Tereza e Vasco Vilalva.

Os interessados poderão consultar o Regulamento e apresentar a sua candidatura até ao final do mês de março.

Projeto do Município de Arganil é o vencedor da 5.ª Edição do Prémio Nacional da Paisagem

O Prémio Nacional da Paisagem 2025 foi atribuído, em Cerimónia Pública, à candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Arganil com o projeto «Floresta da Serra do Açor». O evento contou com a presença do Senhor Secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território, Silvério Regalado.

A divulgação pública dos vencedores ocorreu no âmbito da Política Nacional de Arquitetura e Paisagem (PNAP), realizada a 3 de dezembro no Auditório da Direção-Geral do Território, sessão que assinalou o décimo aniversário da PNAP e os 25 anos da Convenção da Paisagem do Conselho da Europa, sublinhando o papel da arquitetura e da paisagem na qualidade do território, na resiliência climática e no bem-estar das populações.

O Júri considerou o projeto vencedor exemplar ao nível das políticas e medidas desenvolvidas que, ao longo do tempo, irão permitir a recuperação da floresta e a revitalização da paisagem, aumentando a sua resiliência contra os incêndios rurais. O projeto está a ser desenvolvido nos terrenos baldios pertencentes a 10 comunidades locais de compartes no concelho de Arganil, área que foi quase integralmente percorrida pelos fogos em 2017. A sua implementação concretiza uma visão estratégica de longo prazo, estando planeado para os próximos 40 anos. Abrange uma área de 2.500 hectares e a plantação de aproximadamente 1,8 milhões de árvores autóctones. Prevê um investimento superior a 5 milhões de euros.

Neste projeto destaca-se a abordagem integrada à recuperação ecológica e cultural da Serra do Açor, profundamente afetada pelos incêndios de 2017. A intervenção conjuga restauro florestal, valorização de espécies autóctones, requalificação de infraestruturas associadas à prevenção e ordenamento florestal e reforço das relações entre a paisagem, as comunidades locais e atividades económicas sustentáveis.

Por decisão do júri foram também atribuídas três Menções Especiais aos projetos apresentados pela Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso, projeto Alto Tâmega e Barroso: Paisagem Viva, pela EMAC – Cascais Ambiente, projeto Plano de Paisagem de Cascais e pela Câmara Municipal de Oeiras, projeto Mais Polinizadores, Mais Biodiversidade.

A edição de 2025 do Prémio Nacional da Paisagem recebeu 17 candidaturas, das quais 16 foram admitidas após verificação formal. A diversidade das entidades participantes — municípios, comunidades intermunicipais, junta de freguesia e organizações não governamentais — demonstra o crescente compromisso dos territórios com políticas de paisagem qualificadas e sustentáveis. 

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